Mimos

A vida secreta das prostitutas veteranas que trabalham em parque histórico de São Paulo

Encontrar puta 195486

De professora de direito a prostituta em Brasília: quero sexo e dinheiro Amo o que faço e me sinto realizada Era garçonete e sempre ouvia dizer que prostituta ganhava bem. O primeiro programa foi tranquilo e me identifiquei muito. Tive caso com um cliente e acabei engravidando. Parei de trabalhar nessa época, mas meses após o nascimento da minha filha, hoje com 8 anos, voltei a fazer programa. Ninguém tentou me fazer desistir nem me virou as costas. Minha avó, que me criou, afirmou que preferia mil vezes me ver como garota de programa a sair ficando com os homens de graça e engravidando. A guarda dela é minha. Hoje trabalho na rua.

Eu tremi. É isso mesmo? Quem responde é Cleone Santos, 60, que por 18 anos trabalhou como prostituta no parque da Luz, mas deixou o serviço para fundar a ONG que hoje auxilia as mulheres. Se eles saírem, vai entrar todo tipo de gente aqui.

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